JILGUERO

Jilguero

(SICALIS FLAVEOLA)

El Jilguero Argentino

ORDEN

FAMILIA

GENERO

ESPECIE

SUB-ESPECIE

Paseriformes

Fringilidos

Sicalis

flaveola

pelzeni

Poseedor de una riqueza y potencia de voz que no guarda relación con su pequeño tamaño, emite su canto a través de las SILINGES de su garganta y ayudado por la caja de RESONANCIA que posee en la parte BAJA y POSTERIOR de su cabeza, logra ser escuchado a muchísima distancia.

Asombra con la variedad de sus cantos, poseedores de una hermosa melodía, lo que lo hace ser codiciado por los aficionados al mismo tiempo que aspiran a tenerlo como compañero y amigo.

Es tanto el interés que despierta en el hombre, que lo ha llevado a formar sociedades de jilguericultura que organizan concursos de "canto" para deleitarse con los mismos.

Habita en la Argentina, Paraguay, Uruguay y parte de Brasil.

El macho al nacer, y durante el primer año de su vida, posee un color grisáceo, al igual que la hembra.

Al cambiar la pluma en la época invernal, pasa a tornarse de un color amarillento dorado; no así las hembras que continúan de por vida de color grsáceo.

Durante el invierno convive en bandadas, alimentándose de semillas y hierbas que logra en los campos sembrados.

Gusta arrimarse a las casas de nuestros campos, para aprovechar el agua limpia de estanques y molinos.

Es común verlo además, en los caminos y rutas, alimentándose de pequeñas piedritas en busca de minerales.

En la época de "celo", que empieza con la llegada del calor, comienza a dispersarse de la bandada, atrayendo a su hembra a través de sus cantos, que le sirven además para determinar su zona de influencia, la cual defiende con coraje; siendo común verlo enfrentar a especies de mayor tamaño, echándolas del lugar.

Demuestra entre los nidos, su preferencia por el del Hornero, al que espera pacientemente, que termine con su postura, para luego aprovechar su vivienda.

Suele además, anidar en los huecos de las plantas, nidos de leñateras y hasta en nidos de cotorra.

Su hembra pone hasta cinco huevos que ella misma cuida, para luego, contar con la ayuda del macho en la crianza de sus pichones.

Se ha logrado que tengan cría en cautiverio, siendo además un ave fuerte y resistente con un promedio de vida que ha alcanzado en algunos casos hasta los quince años.

Otros nombres

Alemania:

Gewone Saffraangors

Francia:

Sicale Bouton D'or

Brasil:

Canário da Terra Verdadeiro, Chapinha, Canário do Telhado, Cabecinha de fogo

España:

Canario del Tejado

USA:

Saffron Finch

El Jilguero (Sicalis flaveola) es el pájaro canoro mas popular de la Argentina, una verdadera pasión nacional.

EL Jilguero es el pájaro argentino de mas fácil manejo. Come de todo y se adapta con facilidad a cualquier tipo de amviente. Soporta bien el frio y el calor. Así y todo, si quisiéramos tener éxito en la reproducción, tenemos que escoger un local adecuado para la cría. Este local debe ser claro y sin corrientes de aire. La temperatura ideal debe rondar los 20 - 35 grados Celsius y una humedade relativa de entre 40 y 60%. El sol no precisa ser directo, pero si puede darles durante algunas horas al día mejor (siempre con algún resguardo del mismo).

Se los puede criar en jaulones, pero por la dificultad de manejo que conlleba criar en jaulón es recomendable criar en jaulas. Estas deberan ser de alambre, preferentemente de las de canarios de 60 cm.

El nido (de madera, tipo caja, como los de las cotorras australianas), hay que colocarlo del lado de afuera de la jaula para facil control y anillado de los pichones. El material para la construcción del nido sera pasto seco y arpillera. El número de huevos de cada postura varía entre 4 y 6, cada hembra puede gacer entre 3 y 4 puestas por año, y podría llegar a sacar hasta 24 pichones por temporada (en teoría, lo mas común es que no pasen de 6, según mi experiencia).

Las jaulas de cría pueden estar cerca unas de otras, pero con una división para que no se vean las hembras de ninguna manera, si no podrían matar a los pichones o interrumpir el proceso de cría.

Los pichones nacen a los 13 días depois de a fêmea deitar e sai do ninho também aos treze dias de idade, pode ser separado da mae com 35 dias. Com 8 meses, ainda pardos, já poderão procriar. Possuimos uma fêmea que está com quase dez anos de idade e ainda cria perfeitamente. Dela já produzimos mais de 100 filhotes, é uma produtividade fantástica. As anilhas serão colocadas do 7O ao 10o dia, com anilha 3mm, bitola 3 a ser adquirida do Clube onde seja sócio. Pode-se trocar os ovos e os filhotes de mãe quando estão no ninho, sem prejudicar ou causar abandono da fêmea.

A alimentação para as aves em processo de reprodução é a seguinte:

Alpiste 50%, painço amarelo 30%, senha 10% e niger 10%. Além disso, ministrar ração de codorna pura adicionando "proprionato de cálcio" à base de 1 grama por kilo de ração.

Numa vasilha separada, colocar 3 vezes ao dia farinhada assim preparada: 5 partes de milharina, 1 parte de farelo de soja,/ 1 parte de germe de trigo, / premix F1 da Nutrivet (4 colheres de sopa para 1 kilo), / sal 2 gr. por quilo, / proprionato de cálcio 1 gr. por quilo, / pó de pedra 2 gr. por quilo. Após misturar tudo muito bem, coloque na hora de servir uma gema de ovo cozido e uma colher cheia de "aminosol" para 4 colheres de farinhada. O promotor de crescimento deve ser utilizado quando se notar algum tipo de mortalidade nos filhotes. Os mais usados são o "100 PS", o "Nalit-Plus" e o "Fungibam". . Ministrar ainda na água de beber, que deve ser filtrada, um polivitamínico do tipo "Protovit" ou "Rovisol" ou "Orosol" 3 vezes por semana, ou todos os dias quando há filhotes até eles sairem do ninho.

Dar-se larvas, utilizando a chamada "praga da granja" é a melhor e tem mais digestibilidde, oferecer até o filhote sair do ninho. É bom, também, colocar à disposição das aves "farinha de ostra" batida com areia esterilizada e sal mineral (tipo aminomix). Não dar verdura de espécie alguma, provoca diarréia e ainda tem o perigo de agro-tóxico. Quando separar os filhotes das fêmeas é bom deixá-los juntos, a razão de 10/12 por unidade, até terminar a muda por volta de seis meses em um voador de 1m a 1.20ms, tipo esses que se usa para canários belgas.

Não adianta, porém, ter todo esse cuidado se não tivermos atenção especial com a higiene, tem-se que ter toda a precaução, principalmente com os fungos, o maior inimigo da criação. Cuidar bem dos poleiros, dos bebedouros, dos ninhos e de todos os utensílios utilizados. Armazenar os alimentos fora da umidade e não levar aves estranhas para o criadouro antes de se fazer a quarentena.

Utilizar um macho de excelente qualidade para 5 fêmeas. Nunca deixá-lo junto pois ele quase sempre prejudica o processo de reprodução. O melhor é colocá-lo para galar e imediatamente afastar da fêmea.

Quando não estiverem em processo de reprodução dar a mistura de grãos acima descrita e a ração de codorna adicionada meio a meio com milharina, somente.

O canário que canta metralha é muito valorizado o que ajuda a transação dos filhotes. Assim, é recomendável procurar-se um que já cante este dialeto para ensinar os filhos desde o ovo. Esse método facilita muito o aprendizado. Se não for possível utilizar fitas, podem ser as do Magnata, do Tito, do Professor e do Fantoche. De canto comum tem a do Casaca. Se o interesse for para a fibra, utilizar a fita do Manezinho e na reprodução machos com a característica de canto curto e que volte a cantar rapidamente em todos os poleiros da gaiola. Há ainda a disputa de canto da modalidade "canto livre" é aquele que canta em 5 minutos.

Outra forma de criação importante são as mutações, muito comum no canário-da-terra. Cada vez mais pessoas estão se dedicando a elas, desperta muito interesse porque é o inusitado, o diferente, cada qual consegue fixar mais uma cor do que a outra. São canários cujas penas tem um tom bem mais branco ou amarelo ou canela. É um fenômeno da própria natureza - o albinismo - que os criadores estão fixando através da incrementação do cruzamento entre pássaros com essas características.

Para fins exclusivamente domésticos, como também é comum nos bicudos e curiós, outro tipo de criação, é o cruzamento entre sub-espécies. Na natureza não se misturam porque vivem e regiões diversas, são morfologicamente diferentes, a linguagem é outra e a cor das penas notadamente das fêmeas são dispares. Embora, domesticamente quase não haja diferenças entre o aspecto, o comportamento e a alimentação, os mestiços tendem em pouco tempo a não apresentar diferenças morfológicas com os puros. Utiliza-se os de origem do nordeste brasileiro e os originários do Peru. O mais comum é cruzá-los com o canário de origem paulista/mineiro. O nordestino é mais amarelo e mais belo, mais forte e resistente à doenças. O peruano é maior, tem o canto mais cumprido - muitos cantam mais de um minuto sem parar - e tem tendência a cantar metralha geneticamente. Por isso é bem mais fácil ensinar os filhotes. Em Guariba SP há inúmeros deles cantando um metralha de altíssima qualidade. E que tem sido campeões nos torneis de metralha, como é o caso do "Magia", e "Tupamaro", e mais "Cheiene", "Magnífico" e "Carisma" de Antonio Michal 016-3512190 e "Sereno" José Furtado, "Cobra"do Aparecido Amoroso, Professor de Edilson Moretti, Tike de Nestor de Campinas e outros mais.

E a roda de Fibra, principalmente em São Paulo e no Sul de Minas esse tipo de torneio de canto está cada vez mais concorrido. Há rodas como a de Ribeirão Preto e região onde participam cerca de 200 canários, com tendência a aumentar. Quem sabe se conseguirá filhotes para a fibra do tipo dos campeoníssimos da Tieta e Professor de João Paulo Pinto e Kid Vale. e Magnata e Águia de Fogo de Antônio Lázaro Fernandes Lobo 012-3804150.

O canário é um pássaro barato e o números de sócios reprodutores está crescendo muito.

Todos só querem filhotes de campeões e está provado que os pássaros nascidos domésticamente são melhores que os seus irmãos selvagens. O canário não foge à regra, é fácil comprovar. Cruzando-se os melhores com os melhores conseguiremos verdadeiras máquinas de cantar.

Uma sugestão importante: para obter pássaros campeões só cruze canários de excelente qualidade porque através desse tipo de melhoramento genético vamos cada vez mais desestimular que as pessoas procurem pássaros de origem desconhecida.

De outro lado, a utilização de canários para combates tem provocado uma forte reação contrária da mídia. Não há, como dizer e convencer à sociedade que essa prática é correta. O Poder Público, através do IBAMA, tem sido bastante rigorozo com as pessoas que exercem esse tipo de ação.

Morfología y Anatomía de

El Jilguero

El Jilguero, como la mayoría de las aves, se caracteriza por una serie de rasgos morfológicos y anatómicos que son de gran importancia e interés científico y formativo.
He aquí un breve resumen de estos rasgos diferenciadores:

- La temperatura interior de su cuerpo es elevada y constante 40º
- Tiene el cuerpo cubierto de plumas que son formaciones dérmicas a base de una sustancia proteica denominada queratina.
- Posee una compleja red neumática interna que cubre las funciones de la respiración, el vuelo, la regulación térmica interna y contribuye subsidiariamente a la emisión del canto. Los órganos neumáticos son los siguientes:
a) Los pulmones, alojados en la cavidad torácica.
b) El sistema bronquial, formado por una red que conduce el aire hasta los pulmones.
c) Los sacos aéreos, formados por pequeñas vejigas de aire cuya conexión con los pulmones se realiza a través de los bronquios, son 9 en total.
d) Los huesos, cuyo interior es hueco, llenos de aire, se comunican con los pulmones y los sacos aéreos.
- No posee vejiga urinaria, por lo que la micción se realiza simultáneamente con la defecación.
- La hembra tiene atrofiado el ovario derecho.
- El pico es corto y de forma cónica, adaptado al consumo de semillas.
- Su piel carece de glándulas sudoríparras, por lo que para refrigerarse debe abrir el pico y jadear.
- Sobre la rabadilla posee la glándula uropígea, cuya grasa, una vez extendida sobre las plumas, contribuye a la impermeabilización de las mismas.
- Posee 10 plumas remeras o remiges primarias, 12 remeras secundarias y 12 timoneras o rectrices.
- La vista y el oído son los sentidos que más desarrollados tienen los Jilgueros.
- Posee un órgano musculoso de trituracción de alimentos llamado molleja.

Federación de Jilguericultura

de la Provincia de Buenos Aires

Personería Juridica Nº 55.205/93 - Entidad de Bien Público Nº 914

Moreau de Justo 1320 - (1650) Villa Progreso - San Martín

REGLAMENTO Y NORMAS GENERALES DE CONCURSO DE

CANTO DE JILGUEROS (SICALIS FLAVEOLA)

VIGENTE A PARTIR DEL MES DE SETIEMBRE DE 2001

1.- Los cantos se dividen en dos (2) categorías:

1.1.- Canto sin Cierre, cuyas notas son: Trino, Golpeo y Repique.

1.2.- Canto Completo: Deberán dar las siguientes notas: Trino, Golpeo, Repique y Cierre.

2.- El Jurado estará integrado, como mínimo de 2 (dos) personas, que juraran en conjunto, y por un toma tiempo.

2.1.- Ningún Jurado podrá otorgar mas de diez (10) puntos por nota de canto.

2.2.- Los Jurados no podrán colgar ni jugar sus propios ejemplares. Si podrán hacerlo en otros palos, siempre que en la mesa donde se hallen jurando cuente por lo menos con dos (2) Jurados.

3.- En Canto sin Cierre, el Jilguero que emita una nota que no corresponda a su tipo de canto (Chicharreo) de acuerdo a lo indicado en las planillas de anotaciones, será descalificado por el jurado.

3.1.- En Canto Completo, si ocurre que el Jilguero no emite la Nota de Cierre, no será clasificado en ningún puesto.

4.- A todo Jilguero que concursa se le tomará el tiempo al momento de haber sido colgado.

4.1.- Para los Concursos Ordinarios, dicho tiempo será de cinco (5) minutos.

4.2.- Una vez finalizado el concurso, si hubiera dos (2) o más ejemplares con el mismo puntaje, estos deberán desempatar por el puesto a ocupar.

4.3.- Para los Concursos Ordinarios el tiempo para el desempate será de cinco (5) minutos.

4.4.- En caso de empate, el Jurado no podrá realizar más de un (1) desempate, debiendo decidir luego el ganador del Concurso. En el supuesto que durante el desempate un ejemplar no cantase, y el otro emitiera una nota inadecuada, el jurado determinará, a su criterio el Ganador del Concurso.

5.- Cuando un Jilguero este concursando y sea visitado por un ejemplar suelto, sea este de la misma o de otra especie y lo haga Cerrar (únicamente cuando se apoya en la jaula o tablero) el dueño lo podrá volver a colgar después de que lo hayan hecho cuatro (4) ejemplares mas, completando su tiempo faltante.

6.- Toda caja que haya sido entregada en Parque Cerrado para concursar, deberá permanecer cerrada. Solo podrá abrirse si se encuentra a, aproximadamente, un (1) metro del palo de cuelgue. Una vez que el propietario cuelga su ejemplar, deberá retirarse al lugar que el Jurado le indique.

7.- Si una vez colgado, el Jilguero no cantara, podrá ser retirado únicamente por su propietario, si este lo deseara.

8.- En ningún caso una persona podrá llegar a la mesa del Jurado, si no fue convocada por este.

9.- El veedor deportivo posee la facultad de resolver todo inconveniente que se plantee durante el concurso y determinar las medidas necesarias para garantizar el mejor desenvolvimiento del mismo; En situaciones como: guiteo, suelta de pájaros y/o cualquier otra incentivación, debiendo verificar que las jaulas que concursan no lleven nidos ni hilachas. Podrá también llamar la atención a todo espectado aficionado que altere el orden y provoque inconvenientes durante el desarrollo del Concurso y observar los fallos del Jurado. Las medidas adoptadas se notificaran a Fe.Ji.P.B.A. para que esta tome conocimiento y aplique las medidas que correspondan. El concursante podrá solicitar toda aclaración por escrito ante la Comisión Directiva de Jilguericultura y podrá ser citado por Fe.Ji.P.B.A. cuando ésta lo crea conveniente.

10.- Sorteos: Los mismos se efectuarán en el predio, el mismo día del concurso. Serán incluidos todos los ejemplares inscriptos hasta las 7:30 hs., y debiendo realizar el sorteo sin excepción. Todos aquellos ejemplares que lleguen después de ese horario podrán ser anotados a continuación de los sorteados. Aquellas Instituciones que no realicen el sorteo en su horario correspondiente serán sancionadas.

10.1.- En ningún caso se alterará las planillas de anotaciones.

10.2.- Todas las Instituciones deberán presentar a Fe.Ji.P.B.A. una copia de las planillas de anotaciones con los puntajes, y ganadores de cada concurso realizado. Las mismas deberán poseer la firma y aclaración de nombre y apellido de los Jurados.

10.3.- Las Instituciones deben respetar el inicio del horario 8:30 hs. tanto para el torneo Apertura o Clausura. Las Asociaciones podrán optar con media hora de tolerancia el comienzo del mismo por diferentes razones a su criterio. Transcurrida esa tolerancia se dará por suspendido el concurso.

10.4.- Aquellos aficionados que, por razones particulares llegasen tarde, y cuando la demora no exceda los diez (10) minutos de iniciado el concurso, podrán participar del mismo, concursando en el último lugar.

10.5.- Aquellos ejemplares que sean llamados a concursar con su sorteo y número correspondiente y no se hallen presentes en el momento del llamado, el ejemplar podrá concursar luego de la salida de cuatro (4) ejemplares.

10.6- Los sorteos se realizarán a la vista de los aficionados y con bolilleros transparentes.

11.- La Sub-Comisión de Jilguericultura tendrá a su cargo la organización para la determinación de los Campeones y Sub-Campeones de la temporada.

12.- Si ante cualquier eventualidad o por razones de orden climático, el concurso fuera suspendido, deverá devolverse el dinero que los participantes otorgasen en concepto de inscripción. No se entregara ningún premio alguno. Si se tomara nota del puntaje obtenido por los ejemplares, hasta el momento de interrupción del Concurs. Es necesario que se sumen los siguientes puntajes: Para categoría de Canto Repique: treinta (30) puntos y para categoría de Canto Completo: cuarenta (40) puntos. Si un ejemplar consiguiera dichos puntajes será declarado el ganador del concurso, y se considerará participante de las Finales de Temporada. Deberán haber participado no menos del cincuenta (50) % de los ejemplares por categoría, para ser acreedor de un trofeo. Bajo ningún concepto, se continuaran colgando ejemplares en caso de lluvia.

13.- Los ejemplares se presentaran en cajas individuales de un (1) Jilguero, no pudiendo hacerlo en cajas dobles. En los parques no se podrá colocar a una altura superior a quince (15) centímetros del suelo.

14.- Los parques cerrados serán sitios a la vista y las cajas no debrán estar colocadas en contacto con el suelo.

15.- Los pájaros permanecerán en el parque cerrado que le fuera asignado por planilla. Para netregar ejemplares a los parques, los propietarios deberán mostrar los mismos antes de su depósito, y presentar las cajas con el número de identificación.

16.- Solamente podrán permanecer en el parque cerrado aquellos pájaros anotados en el concurso, no permitiéndose la entrada a ningún otro ejemplar. Será el Veedor Deportivo el encargado de impedir que aficionados que no participen del concurso, se movilicen con las cajas, ni jaulas por el lugar del certamen.

17.- Los aficionados que presenten pájaros en el concurso deberán portar el permiso habilitante

18.- Las Instituciones que efectúen concursos deberán estar federadas en Fe.Ji.P.B.A. Todo aficionado para poder concursar, deberá precentar la Licencia Deportiva, cuyo Nº será colocado en las planillas de concurso junto con su nombre y apellido, sin excepción. Los aficionados que concurran al predio con un ejemplar, aún cuando no participen del certamen, están obligados a tener su Licencia, la cual es personal e intransferible.

19.- La temporada de concurso dará comienzo en el mes de Setiembre u Octubre y concluirá en el mes de Marzo, de acuerdo con el fixture oficial.

19.1.- La Federación podrá alterar el comienzo o la finalización de la temporada, por fuerza mayor.

20.- La Final de Ganadores de Inter-Clubes, se realizará durante el mes de Enero de cada año. El tiempo de colgada será, en esos casos, de diez (10) minutos y ocurre lo mismo con el tiempo de desempate.

21.- En los concursos oficiales, el ejemplar ganador no podrá volver a participar en los certámenes de la misma institución, hasta ocurrida la final de ganadores.

22.- Será denominado ejemplar Campeón y Sub-Campeón de temporada, el ejemplar que haya obtenido mayor cantidad de 1º puestos en las cuatro (4) categorías, durante los Concursos Oficiales. En caso de empate decidirá la mayor cantidad de 2º puestos, 3º y así sucesivamente hasta romper la paridad, idéntico procedimiento se aplicará para denominar al Campeón y Sub-Campeón del Torneo Clausura.

23.- Ningún aficionado podra concursar con el número de salida de otro aficionado.

24.- La cantidad de premios a entregar será, en todos los casos, del 1º al 5º lugar.

25.- Una vez comenzado el concurso, y hasta que el Jurado lo determine finalizado, todo ejemplar que sea retirado del parque cerrado, quedará descalificado si aún no hubiese participado. Cuando sea retirado un ejemplar que ya hubiera participado, será descalificado en el puesto que le correspondiera por el puntaje obtenido. Perdiendo la posibilidad de desempatar ante igualdad de puntaje por quedar en último lugar de los que desempatan por el puesto.

25.1.- En caso de que los participantes hallen retirado sus cajas del ruedo y sus ejemplares empatarán con su puntaje, el Jurado tendrá la facultad de autorizar una nueva colgada para determinar ganador.

26.- Una vez efectuado el sorteo, si el participante no se encontrase presente para concursar, su salida no podrá ser ocupada por otro participante, quedando la misma libre.

27.- Los participantes cuyos ejemplares fuesen anotados y sorteados deberán abonar la cuota prevista en concepto de inscripción.

28.- Toda Asociación deberá contar con un radio no menor a cinco (5) metros, en el lugar donde se lleve a cabo el Concurso y donde se determine ubicar el palo de Cuelgue. Deberá además poseer una senda peatonal, que se encuentre en buen estado de conservación, desde el parque cerrado. Este último deberá ser amplio y con espacio posa cajas. Cuando se inicie el concurso no se podrá modificar la posición del palo de cuelgue.

29.- Se establece como fecha de sorteo de fixture el mes de Junio de cada año. (De este modo todas las Asociaciones podrán gestionar los predios para concursar según el Fixture Oficial).

30.- En la Final de Inter-Clubes, los ejemplares, de acuerdo con las categorías, serán denominados Campeones y Sub-Campeones de Inter-Clubes

31.- No podrán competir los Jilgueros Blancos contra los Jilgueros Amarillos, en sus respectivas categorías

32.- Se considerara, en todas las categorías, que el ganador de la final Inter-Clubes, reciba doble puntaje, para nominar al Campeón de la Temporada.

33.- Las Asociaciones organizadoras de Concursos, no asumirán responsabilidad alguna por los accidentes involuntarios que pudieran ocurrirles a los ejemplares dentro de los limites del predio, como así también en los parques cerrados.

34.- Los menores de 18 años podrán sentarse en la mesa para aprendizaje, pero no actuar como Jurado, en concursos oficiales, NO asi en las finales.

35.- El Jurado tendrá a su cargo verificar que, en el parque cerrado, se encuentran todos los Jilgueros que concursan, para dar comienzo al Concurso.

36.- Si hubiera alguna anormalidad durante el transcurso del concurso o una vez finalizado el mismo, el veedor deportivo dejará constancia en la planilla correspondiente, y el Club informará por escrito, en la primera reunión de Federación.

37.- Las Asociaciones deberán notificar a los aficionados quienes tendrán a su cargo la jura en las cuatro (4) categorías, para ello pondrán en lugar visible el nombre de los jurados, en oportunidad de anotar los ejemplares.

38.- Las Asociaciones recibirán una plaqueta recordatoria por haber obtenido el aficionado representante de la misma, la Fianl de Ganadores, en las cuatro (4) categorías.

39.- Transferencia: Los aficionados que realicen transferencias de ejemplares ganadores de concurso, deberán notificarle a Fe.Ji.P.B.A. por intermedio de la Asociación en el cual se halla inscripto; y de acuerdo al Nº de Licencias Deportivas, en formularios oficiales previstos a tal fin (nunca en el día de la final).

40.- Los pájaros que se encuentren en el parque cerrado de Canto sin Cierre y emitan notas consideradas descalificatorias, (Cierre), el parquero deberá comunicarlo al veedor deportivo, y este al propietario de dicho ejemplar a los efectos de colocarlo en un lugar que el veedor deportivo considere necesario.

41.- Los Blancos que hallan cambiado las plumas en un cincuenta (50) % amarillo no podrán concursar en ambas categorías de Blancos

42.- Es obligatorio que cada aficionado, al concursar y cuando anotase mas de un (1) ejemplar (pájaros) en cualquiera de las cuatro (4) categorías, debe informarlo con que nombre o seudónimo corresponde a cada ejemplar que participe para ser acentado en la planilla correspondiente.

43.- Tendrán autorización en los concursos Apertura o de Clausura, ya sea tanto los jurados que se hallen jurando, el Comisario Deportivo, como asi también un miembro del Consejo Directivo de Fe.Ji.P.B.A. que se halle presente en el lugar del concurso, a realizar una fiscalización, para comprobar que el aficionado que colgó o descolgó el ejemplar puede ser llamado a presentar su Licencia Deportiva personal e intransferible y su D.N.I., solicitud que se cumplirá en caso que las autoridades lo consideren necesario, debiendo estar la misma en su poder.

44.- Todo ejemplar que Cierre en el palo de Canto sin Cierre, no podrá volver al ruedo, su propietario deberá retirarlo.

45.- No se podrán pasar grabaciones de canto de Jilgueros, antes y durante el desarrollo del concurso; Si se podrá grabar el canto de los Jilgueros participantes.

46.- Las cajas deberán colocarce en el parque cerrado por orden numérico y correlativo de acuerdo al que se haya obtenido en el sorteo previo.

47.- Todo ejemplar que sea presentado en el "Palo de Cuelgue", ya sea por su propietario o su vareador, deberá poseer su correspondiente Licencia (permiso personal) que lo habilite.


Asociación Jilguericultura Lanús

Zonas habilitadas y vedadas para la captura de Jilgueros

Temporada 2002

FE. JI. P. B. A.
Federación Jilguericultura Provincia de Buenos Aires

Artículo1º:
Establécense como zonas habilitadas para la captura los siguientes partidos:

Alberti
A. Alsina
Arrecifes
Ayacucho
Azul - Con restricciones - (1)
Bahia Blanca - Con restricciones - (2)
Balcarce
Benito Juárez
Bolívar
Bragado
Carlos Casares
Carlos Pellegrini
Carlos Tejedor
Carmen de Areco
Capitán Sarmiento
Castelli - Con restricciones - (3)
Chacabuco
Chivilcoy
Colón
Chascomús - Con restricciones - (4)
Coronel Dorrego
Coronel Pringles
Coronel Rosales - Con restricciones - (5)
Coronel Suarez
Daireaux
Dolores - Con restricciones - (6)
Florentino Ameghino
General Alvarado
General Alvear
General Arenales
General Belgrano
General Guido
General Lamadrid
General Lavalle - Con restricciones (7)
General Pinto
General Viamonte
General Villegas
Gonzalez Chavez
Guaminí
H. Yrigoyen
Junin
Laprida
Las Flores
Leandro N. Alem
Lincoln
Lobería
Lobos
Maipú
Mar Chiquita - Con restricciones - (8)
Mercedes
San Miguel del Monte
Navarro
Necochea - Con restricciones - (9)
9 de Julio
Olavarria
Patagones- Con restricciones - (10)
Pehuajó
Pila
Puán - Con restricciones - (11)
Rauch
Rivadavia
Rojas
Roque Pérez
Saavedra
Saladillo
Salliqueló
Salto
San Cayetano - Con restricciones - (12)
Suipacha
Tandil
Tapalque
Tordillo - Con restricciones - (13)
Tornquist - Con restricciones - (14)
Trenque Lauquen
Tres Arroyos
25 de Mayo
Villarino - Con restricciones - (15)


Restricciones:

Se trata de zonas vedadas para la captura de Jilgueros, dentro mismo de los Partidos habilitados para tal fin:

(1)Azul: Paraje Boca de las Sierras
(2)Bahia Blanca: Bahía Blanca
(3)Castelli: Bahía Samborombón
(4)Chascomús: Bahía Samborombón
(5)Coronel Rosales: Bahía Verde
(6)Dolores: Bahía Samborombón
(7)General Lavalle: Bahía Samborombón - Laguna Salada Grande
(8)Mar Chiquita: Laguna Mar Chiquita
(9)Necochea: Arroyo Zabala
(10)Patagones: Bahía San Blas
(11)Puán: Chasicó
(12)San Cayetano: Arroyo Zabala
( 13)Tordillo: Bahía Samborombón
(14)Tornquist: Parque Ernesto Tornquist
(15)Villarino: Bahía Falsa


Artículo 2º:

Fijanse las siguientes zonas de veda:

a) Los partidos no mencionados en el artículo 1º y sus restricciones.

b) Las Reservas Naturales que se detallan a continuación:

Nombre

Ubicados en los partidos de:

Isla Botija

Zarate (Zona Delta)

Río Luján

Campana

Isla Martín García

Frente del Delta del Paraná

Delta en Formación

Frente del Delta del Paraná

Guillermo E. Hudson

Florencio Varela

Parque Pereyra Iraola

Berazategui y Ensenada

Punta Lara

Berazategui y Ensenada

Bahía Samborombón y Rincón de Ajó

Punta de Indio, Chascomús, Castelli, Dolores, Tordillo, G. Lavalle y Munic. De la Costa

Paraje Boca de las Sierras

Azul

Laguna Salada Grande

G. Madariaga y G. Lavalle

Mar Chiquita

Mar Chiquita

Arroyo Zabala

Necochea y San Cayetano

Parque Ernesto Tornquist

Tornquist

Chasicó

Puán y Villarino

Bahías Blanca, Falsa y Verde

B. Blanca, Villarino Cnel. Rosales.

Bahía San Blas

Patagones

c) Delta del Río Paraná.

d) En los tejidos de las ciudades, pueblos, lugares urbanos y suburbanos, caminos públicos y todas aquellas áreas concurridas por público, en concordancia con las disposiciones establecidas en el Decreto Ley 10.081/83.

Artículo3º:

Para la captura es necesario contar con los siguientes requisitos:

a) Licencia de captura y portación de Jilgueros emitida por Ca. Pe. Ti. Na. (Documento personal e intransferible).

b) Carnet de Identificación Social de Jilguericultura.

c) Documento Nacional de Identidad.

Dirección Nacional de Recursos Naturales
Ministerio de Agricultura, Ganadería y Pesca.

 

Por Carlos Eduardo Candia .


Este pájaro que despierta la pasión y admiración de muchos argentinos, ocupa un lugar de privilegio en muchos hogares es sin duda el pájaro silvestre más compañero, popular y apreciado por su canto.

Tanto el macho como la hembra, de pichones presentan un color gris plateado, desde su frente, garganta, pecho y vientre. 

El dorso, desde la cabeza hasta las plumas largas de la cola y alas, es ocupado por líneas melánicas negras. 

El pico y la pata gris oscura.

Mientras que las hembras no cambian jamas ese tono gris, los machos, mediante los replumes posteriores, lo mudan por el amarillo dorado; al combinarse con el negro de la melanina la tonalidad general es el color  verde oliva .

En estado salvaje su porte es vivaz y altanero. De espíritu tenaz, guapo y atrevido con otros pájaros, no se amilana ante la presencia de otro pájaro de mayor talla.

En el campo su voz es la primera de la mañana y es la ultima en callar.

En época de cría es reacio a la construcción de un nido, prefiere astutamente apoderarse de otro ya construido, como el de los horneros. Si construyen el nido, lo hacen muy apresurados en lo más alto de las copas de los árboles.

Ponen normalmente de 3 a 5 Huevos y tardan de 13 a14 días en nacer.

Al crecer y abandonar el nido, recorren vivamente los campos generalmente en bandadas acompañadas de los mistos (SYCALIS LUTEOLA).

En cautiverio prefiere una jaula individual a una jaula compartida.

Se cría en jaulas grandes, en lo posible en lugares poco por transitado por humanos, ya que son muy asustadizos y abandonan el nido con muchas facilidades.

Para su construcción se les deben proveer varios nidos de hornero, o de canarios para que puedan elegir.

Evitar otros pájaros en sus jaulas ya que suelen ser muy pelador en esa época del año.

Su alimentación se basa en semillas, y su grano preferido el mijo y gusanos.

Vive en cautiverio conservado sus cualidades cantoras. Su voz no es una de las mejores del mundo, de trino agudo pero profundo, sin muchas variaciones. Emite un pique apurado, una serie de repiques continuos con breves variaciones de notas y finaliza con un descanso agradable ( cierre ).

Su voz es escuchada desde muy lejos.

Quien escucha el canto del jilguero, escucha visualiza y recuerda al campo.

Su captura y traslado esta reglamentado por las autoridades nacionales

El jilguerocultor, generalmente no cría sus ejemplares, para mejorar su canto genéticamente; prefieren capturar ejemplares jóvenes, generalmente blancos o pintones para "trabajarlos" ellos mismos.

Se liberan aquellos que no andan.

Agrupados en diferentes sociedades del país detallamos una lista de lugares donde conseguir más información.

Por Carlos Eduardo Candia

HABITAT Y COMPORTAMIENTO

Habita praderas arboladas, sabanas, bosques, parques, áreas urbanas y suburbanas.
Se alimenta de semillas, gusanos, hierbas y de piedritas que busca en el suelo para preveerse de minerales.
Durante el invierno forma bandadas los que con la llegada del calor a fines de la primavera se dispersa, buscando parejas para procrear.
El jilguero es capaz de enfrentar tenazmente a pájaros de otras especies, incluso de mayor parte de él, para defender su territorio, el cual suele "marcar" con su hermoso y potente canto.
No suele construir nidos, sino aprovecha los abanderados como los del hornero , aunque en ocasiones anida en huecos de árboles o plantas, nidos de leñateras y hasta nidos de cotorras.
Su hembra pone hasta 5 huevos verde pálido o crema con manchas pardas y grises distribuidas por toda la superficie. Ella misma los incuba para luego contar con la ayuda del macho en la crianza de los pichones.

REPRODUCCION EN CAUTIVERIO
En nuestro país se ha logrado criar en cautiverio, los aficionados a los pájaros han tomado la reproducción del jilguero como un desafio, asi como hibridar con canarias.
La reproducción del Sicalis flaveola no presenta demasiadas complicaciones debido a ser un pájaro con la capacidad de adaptarse a distintos ambientes.
Numerosas son las asociaciones de jilguericultores en donde se pueden obtener los métodos y condiciones adecuadas para que la reproducción sea exitosa, como así también consejos y trucos para conseguir ejemplares de buena postura y canto.
Teniendo "a mano" criadores con basta experiencia, les recomiendo que visiten la página web de la Asociación de Jilguericultura de Lanús , administrada por el Sr. Christian Bianchi. En este sitio serán aconsejados claramente sobre los cuidados. las mejores técnicas y sistemas para lograr criar en cautiverio y todo lo referente al Jilguero Dorado.

jilgueros criando jilgueros criando
DISTRIBUCION GEOGRAFICA

En Argentina: Desde el norte del país hasta Buenos Aires, La Pampa y Mendoza.
En América del Sur: Paraguay, Uruguay, centro y este de Bolivia y Brasil, Venezuela, Perú, Guyana, Guayana y Argentina.

SITUACION ECOLOGICA ACTUAL

Su situación ecológica en el presente es estable.
Es muy buscado y cazado para el comercio, esto no lo ha afectado aún, pero convengamos que en muchas regiones donde antes habia enormes cantidades que ya no son tal.
Las asociaciones de jilguericultores no llegan a cubrir la demanda de estos hermosos y populares ejemplares.

DATOS GENERALES


ORDEN
Passeriformes

FAMILIA
Emberizidae

Su nombre en inglés
Saffron finch

Otros nombres en español
Misto

Su nombre en portugués:
canário-da-terra verdadeiro, chapinha, canario do telhado.

Su nombre en España:
Canario del tejado

SUB-ESPECIES

Sicalis flaveola pelzeni - jilguero argentino
Sicalis flaveola brasilensis - jilguero brasilero
Sicalis flaveola valida - jilguero peruano
Sicalis flaveola flaveola - jilguero venezolano


AGRADECIMIENTO: a los Sres. Christian Bianchi, Sebastian Marcucci y Diego Pronzati.

ACLARACION FOTOS: Algunas de las imagenes publicadas fueron enviadas por visitantes y se carece de datos del autor, se ruega a estos me den aviso de su autoria, gracias. Daniel Ochoa (Web Master).

INTRODUCCION

En contacto con pajareros en el día a día, he notado las dificultades, las dudas y los errores en el intento por reproducir el Jilguero en cautiverio.

Así pense en agrupar la información, que, cuando tengo ocasión, trato de obtener a través de la experiencia de grandes criadores.

Quizás alguna gente puede sentirse ofendida, pero la intención más grande es que en nuestro país se empiecen a buscar evoluciones de nuestras acciones, para obtener el mejor sistema y las mejores técnicas de reproducción.

Por lo tanto, tengo diariamente la intención de contribuir y de desafiar a los Jilgueristas a reproducir el Jilguero en cautiverio y encontrar genéticamente la manera de obtener ejemplares de gran categoría.

Para esta intención, creo que la mejor contribución que se dará, es llegar a hacer públicas las técnicas de reproducción que mas éxito han tenido.

Los procedimientos que les acercaré no han sido desarrollados básicamente por mi, sino por los criadores mas experimentados, que a través de los años vienen mejorándolos. En vez de repetir los procedimientos inadecuados, o querer reinventar la rueda, utilicemos estos métodos a nuestro favor.

Estoy convencido de que necesitamos mejorar las técnicas para reproducir cada vez mas y mejor nuestros Jilgueros, y, para los que acostumbramos a participar de competiciones, obtener las cualidades necesarias en la crianza.

En el transcurso de estas notas, todo lo que les acercaré será sobre el sistema de la reproducción en poligamia, donde un único macho, podremos utilizarlo para cubrir a varias hembras. Este proceso, se centra en la dirección y las estrategias dirigidas, de modo que la hembra desarrolle todo el trabajo, desde la preparación del nido hasta la alimentación de los pichones.

EL FOLKLORE DE LA REPRODUCCION

Por el hecho de ser el Jilguero un pájaro de fácil manejo, y, por tener una capacidad increíble de adaptación a cualquier ambiente, tenemos la certeza de poder llevar a cabo la reproducción con el mayor de los éxitos.

Las Jaulas De Cria

Muchos afirman o creen que el lugar ideal para la reproducción del Jilguero es el jaulón. El único factor que podría avalar esta técnica sería el de pensar que el pájaro sentiría menos estrés que en la jaula, pero verán que no es así.

Para el éxito en la reproducción, los factores más importantes para ser tenidos en cuenta están asociados a la higiene, y las dificultades en el manejo. En este apecto el jaulón nos trae una serie de inconvenientes a saber:

-Ocupa mucho espacio
-Es difícil mantener la higiene, pues coonstruir un jaulón con piso y palos removibles lleva mucho trabajo.
-Dificultad para identificar problemas een la salud de los reproductores.
-Pasados los 13 días de edad, cuando loss pichones salen del nido, pueden caer al fondo del jaulón y no poder retornar al nido.
-Usando un único macho para servir a varrias hembras la operación se torna mas trabajosa.
-etc.

Sabemos, que el jaulón no es un buen lugar para la reproducción y por ende la calidad de los pichones no será la misma.

Algunos Mitos

"El macho precisa estar por lo menos 5 días pisando a la hembra para que esta ponga 5 huevos galeados"

Con solamente una galeada, mientras que el macho pueda alcanzar la cloaca de la hembra, es suficiente para que sean fecundados todos los huevos asociados a esa postura (Es importante verificar si en el momento de la galeada, el macho estaban en una posición adecuada). A propósito, descubrí recientemente que, cuando el macho pisa a la hembra, inyecta una gran cantidad de espermatozoides, que irán a sobrevivir algunos días en el útero de la hembra, y, el número de huevos, será determinado por la cantidad de óvulos, que la hembra sea capaz de generar en ese período;

"No es necesario darle tanta atención a la alimentación del Jilguero pues come cualquier cosa"

Sabemos de mucha gente que sobrevive comiendo pan todos los días, pero todos sabemos que no es la dieta mas adecuada para fortalecer el organismo humano y que para ello todos los nutrientes son necesarios. Es hora que dejemos de ser "alpisteros".

"Es necesario criar con casales pues el macho ayuda a la hembra a hacer el nido y alimentar a los pichones"

No tendría sentido utilizar las cualidades del macho para ser empleado en construir el nido. Si la hembra no lo hace, por no estar todavía con el celo necesario, el macho, en su afán de procrear, construirá tantos nidos como pueda hasta llegar el momento de la postura de la hembra.

La ornitología probó ya que un factor importante para estimular el sexo de la hembra es el canto del macho, y, sabemos que el macho canta más cuando está solo en su jaula.

Por otro lado, cuando la yunta esta junta durante el período de cría, es común que el macho interrumpa el comportamiento de la hembra, obstaculizando que siga en el nido el tiempo que necesita, logrando que esta abandone el nido antes de tiempo, inclusive los huevos que están eclosionando, o incluso, obstaculiza la alimentación de los pichones. Esto lo hace para volver a pisar a la hembra.

Si esto ocurre, y la hembra vuelve a ser pisada por el macho, aunque este sacando la primer nidada con éxito, antes de que los pichones coman solos, la hembra ya puede hacer una segunda postura, atendiendo a los pichones, que todavía dependen de ella, solo cuando sale para alimentarse o bañarse.

Esto, ciertamente, irá a comprometer seriamente el desarrollo de esos pichones;

"El nido de Hornero o un tronco perforado, son excelentes para estimular la reproducción del Jilguero".

El mejor nido es el de caja, con dos compartimentos, pues permitirá el manejo adecuado día a día, y, cuando los pichones no quieran estar más en el nido (alrededor de los 13 días), existe un espacio intermedio (la entrada) donde pueden permanecer algunos días, de donde pueden observar a la madre, y cuando tengan hambre, vienen hasta el orificio de la entrada y pide el alimento;

"Para el armado del nido prefiero suministrarle, raíces lavadas, los pelos de la hoja de palmera, la crin del caballo, etc."

Para evitar accidentes innecesarios está comprobado que la utilización de hilos de bolsa de arpillera son los mas adecuados, pues no existe el riesgo de que el pájaro enrosque las patas de los propios pichones.

PREPARACION PARA LA REPRODUCCION

Período de muda

Por extraño que pueda parecer, el momento mas apropiado para iniciar la preparación de una yunta en proyecto de reproducción, es la muda.

Sabemos, que en la temporada de Agosto hasta Abril, para tener un pájaro fogoso, vivaz, con su mejor desempeño, es importante que haya tenido una muda completa, sin interrupciones, para que no termine este proceso con su organismo debilitado.

Es un gran error que tomemos este período como de descanso del criador, justo cuando el pájaro necesita mucha mas atención. La muda no debe ser considerada una enfermedad, ella representa un esfuerzo muy grande para el organismo del pájaro.

Así que:

1_Debemos asegurar la tranquilidad total del pájaro, evitando sustos o excitaciones innecesarias.
2_Evitar que sufra variaciones bruscas de temperatura.
3_Una alimentación variada con muchas vitaminas.
4_Colocar agua limpia para el baño todos los días, dejando que el decida cuando quiere bañarse.
5_En esta época aumenta el riesgo de epidemias de piojos y ácaros, colocando en riesgo la salud de nuestros pájaros. Una medida preventiva a utilizar es colocar "sal para baño" en el agua.
6_Otro transtorno son los ácaros en las vías respiratorias, obstruyendo las narinas del pájaro, provocando que respire solamente por el pico y no pueda cantar.

Así mismo, una vez completada la muda y ya con el plumaje nuevo pueden ocurrir algunos síntomas de fiebre durante 2 o 3 semanas.

Superada esta fase, ha llegado el momento de iniciar la preparación para la reproducción. El ocio de casi 2 meses, mas una alimentación mas rica en nutrientes, habrá dejado al pájaro mas gordo de lo habitual y físicamente fuera de forma. Así que es conveniente ponerlos en jaulas voladoras durante 3 o 4 semanas para finalmente tener en la próxima temporada un pájaro en condiciones optimas.

Este reacondicionamiento físico, es importante para que el macho recupere la capacidad plena de sus sacos aéreos, tanto para cantar como para pisar a la hembra. También es importante para la hembra, ya que revigoriza su tono muscular y esto evitara que se le quede atravesado algún huevo en la zona del oviducto.

En esta fase final de recuperación del pájaro debemos suministrar un vermífugo (1º dosis) por un período de tres (3) días consecutivos, descansa dos (2) semanas, y volvemos a administrarlo (2º dosis) por tres (3) días consecutivos. Libre de gérmenes podemos iniciar la administración de vitaminas, por estar en buenas condiciones, el organismo del pájaro absorberá mejor las mismas.

En los intervalos entre una dosis y otra, es conveniente, hacer un tratamiento preventivo de las enfermedades parasitarias mas comunes como coccidiosis o salmoneosis.

Terminada esta fase, todos los ejemplares, estarán gozando de plena salud y en condiciones físicas adecuadas para iniciar la reproducción.

PREPARACION DE LA JAULA DE CRIA

La jaula ideal para ser utilizada en la reproducción, es aquella totalmente de alambre, con un mínimo de sesenta (60) cm de largo y conteniendo:

-Seis (6) comederos externos
-Reja separadora en el medio
-Piso en dos niveles con reja y bandeja<
-Por lo menos una puerta en el frente y la puerta para colocar la caja nido.
-Puerta baja para introducir la bañera -Puerta lateral para introducir o retiraar el macho.

Las cajas nidos, deben ser aquellas de dos (2) compartimentos, con dimensiones de por lo menos 25 cm de largo y 12 cm de alto. Esta caja debe ser colocada del lado de afuera de la jaula, pues dejara mas espacio interno en la jaula y facilitara las verificaciones necesarias del día a día.

Si ya posee este tipo de jaula, haga una limpieza removiendo totalmente la suciedad y asegúrese una higiene adecuada. Haga una inmersión en agua con lavandina por algunos minutos, para tener certeza de eliminar posibles parásitos y bacterias presentes. Lo mismo debe hacer con los posaderos.

Utilizando talco para repeler piojos, aplíquelo sobre la caja nido, en la zona donde la hembra construirá la "cama". Coloque también algunos hilos para inducir a la hembra el lugar donde debe realizar el nido. Así mismo, puede ocurrir que la hembra empiece la construcción en el compartimento de entrada de la caja, en este caso, antes que lo termine procure mudarlo a la posición correcta, que ella lo terminará aceptando.

Cuando valla a definir la posición de los posaderos, considere que:

1_Será adecuado ubicar un posadero posisionado de modo de facilitar la entrada y salida del nido.
2_Procure espaciarlos de tal forma que la bañera quede a salvo de los excrementos.

Tenga a mano el doble de posaderos, para que cada quince días, usted pueda quitarlos y limpiarlos.

Material de cama para el nido

El material ideal que no generará ningún tipo de inconveniente, es el hilo de bolsa de arpillera.
Procure adquirir (en caso que sean bolsas usadas) bolsas que no hayan sido utilizadas en productos agrotoxicos. Hierva la bolsa por lo menos media hora y póngala a secar. Una vez seco, corte cuadrados de 10 o 15 cm, deshilache y abastezca la jaula.

Coloque en abundancia, y cuando vea que la hembra empieza a llevarlos para el nido, no deje de reponer hasta tener la certeza que a finalizado la construcción. Este proceso lleva de 3 a 4 días.

Cabe aquí nombrar algunos puntos de extrema importancia:

-El hecho de haber sido criado en un ambbiente apropiado para la reproducción, no implica que la hembra inicie inmediatamente la construcción del nido, podrá demorar hasta 2 meses.
-En este momento el criador pasará a inducir este preceso:
Eliminando las semillas y proveyendo raciones de pasta de huevo pura. además de los complejos vitamínicos diarios, se debe adicionar vitamina "E" en el agua del bebedero.
-Este cambio en la alimentación, que dessencadenará las necesarias alteraciones hormonales, asociado con el canto del macho, estimulará a la hembra a querer reproducir.
-En estas condiciones no es recomendablee que la hembra vea al macho.
-La jaula de la hembra puede estar pegadda a la del macho, pero sin que se vean.
-Cuando la hembra entra en celo, comenzaará a llevar los hilos hacia el nido, desencadenando el proceso de reproducción, y a partir de ahí, permanecerá reproduciendo hasta el fin de la temporada.

POSTURA E INCUBACION

El macho pisando a la hembra

Un día después de haber percibido que la hembra termino el nido, Ud. le mostrara el macho y verá como ella baja en busca de el. Apoye la jaula de la hembra en un lugar plano (una mesa), encastre la jaula del macho en un lateral, y abra los pasadores para permitir el encuentro de los pájaros. Aléjese de la jaula y verá como inmediatamente el macho intenta pisar a la hembra.

Es importante que el lugar donde va a ser posisionada la jaula este preparado para que no ocurran hechos que puedan dispersar la atención de los pájaros:

-Personas o animales transitando
-Otros pájaros al alcance de la vista -Superficies espejadas cerca de la jaulaa.
-Ruidos que los pájaros no estén acostummbrados a oír.

De un modo general, las primeras veces, este procedimiento no tomará mas de 10 minutos, con tendencia a reducir ese tiempo. Una vez que el macho haya pisado a la hembra, no considero adecuado dejar al macho visitando mas tiempo la jaula de la hembra, porque el tendrá tendencia natural de ir hasta el nido intentando interferir en lo que la hembra ya concluyó. Recuerde que una sola galeada es suficiente para definir toda una postura.
Para el macho, no es adecuado que haga mas de tres galeadas por día. Si van a ser inmediatamente una tras otra, dependerá de las condiciones físicas en las que el se encuentre ese día asociado al factor de la edad del pájaro (cuanto mas nuevo, mayor vigor).

La postura

Un día después de haber sido pisada, la hembra comienza con la postura. La cantidad de huevos podrá variar de 4 a 6 (las condiciones físicas de la hembra serán determinantes al respecto). En esta fase es importante que no le falte conchilla molida y cascara de huevo molida (ambas muy ricas en calcio) que contribuirá para la formación de la cascara de los huevos. Verá que en está etapa hay un mayor consumo por parte de la hembra.

Para asegurar la tranquilidad en esta fase, Ud. ya debe haber definido la posición en la que permanecerá la jaula, considerando que:

1-Evitar que ella tenga contacto visual con otros Jilgueros (machos o hembras)
2-La jaula estará ubicada en un lugar que facilite la mantención diaria (cambio de agua, comida, limpieza, verificación del nido, etc.)
3-Procure mantener la jaula en el lugar, sin moverla, desde el inicio de la postura hasta que la hembra termine de atender a los pichones.

La incubación

Durante esta fase la hembra permanecerá todo el tiempo echada sobre los huevos, procurando mantenerlos calientes. Saldrá 2 o 3 veces por día para alimentarse o tomar un baño. Durante este período, no precisamos dejar mas que los tarros de agua y comida en la jaula.
Con respecto al baño, algunos afirman, que no es adecuado que la hembra se bañe cuando está incubando. Esto se contradice con los principales Ornitólogos, con quienes pude conversar, que lo recomiendan ampliamente.

Nacimiento de los pichones

En el período de eclosión, la hembra tratara de posisionar su oído bien cerca de los huevos y cuando los pichones empiezan a picar el huevo para salir, ella terminará de limpiarlos. Esto podrá ser notado, pues no están presentes en el nido los restos de las cascaras de los huevos eclosionados.

Precisamos obviamente, cambiar la alimentación disponible en la jaula. En el primer mes el pichón adquiere el tamaño del adulto. En esta etapa el consumo de alimento pasa a ser mayor y será importante acrecentar la alimentación normal con una buena fuente de proteínas.

Por una cuestión de practicidad, recomiendo una pasta de huevo deshidratada de primera marca. Con esta pasta tengo la certeza que estaré administrando una alimentación con todas las vitaminas y nutrientes necesarios para los pichones y libre de microorganismos potenciales nocivos, que pueden causar la muerte de los pichones.

Si Ud. opta por darle esta pasta, procure asegurarse de la cantidad suficiente adecuada, sin exagerar, para no tener futuros problemas de obesidad en los pájaros.

Además es bueno proveer de frutas y verduras frescas.

No olvide la importancia de anillar a los pichones entre el 6º y el 8º día de nacimiento para evitar grandes dificultades con el anillo nº 3 que le corresponde al Jilguero.

Con mas o menos 20 días, los pichones ya no vuelven mas para el nido, lo que permite retirar la caja para limpieza. 30 días después de la 1º eclosión, casi todos ya están comenzando a comer solos. Así que coloque la reja divisoria separándolos de la madre, colocando comida y bañera propia para ellos, pues, mismo aquellos que aún dependen de la madre para alimentarse, podrán hacerlo a través de la reja de separación.

Con la madre separada podemos recolocar la caja nido y los hilos para el armado. Una vez que el nido ya está listo, coloque al macho para galear, y el proceso de reproducción se reinicia.
Con 40 o 45 días de edad transfiera a los pichones a una jaula voladora, donde podrán permanecer por hasta 6 meses. Para evitar ambientes estresantes en las jaulas de 1m a 1,2m procure no poner mas de 12 pichones juntos.

jilguero de espaldas
jilguero hembra
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